Uma risada inocente
Nada de mal, aparentemente
Um sussurro distante
Não sabe o que falam nesse instante?
Visto como paranóico
Um ser que cultiva ódio
Mas será que alguém perguntou?
Ou só chegou e criticou?
Se sentindo baixo demais,
ele perde a vontade do amanhã.
Tem medo do que vão dizer,
do que vão julgá-lo, da situação.
Não é natural ter ira?
Se revoltar contra quem desvaloriza sua vida?
Se chamam de ódio, que seja!
Fizeram ver o mundo sem magia e sem beleza
E mesmo que seja só coisa passageira,
A cada decepção mais uma gotinha escorre ligeira.
Cada dia um problema, derramando as gotas do sangue vermelho
No fim de tudo, teremos litros de sangue num balde cheio.
Sangrando em um rubro invisível.
A sociedade hipócrita fez disso um mal indestrutível.
Cada rosto tem seus muitos cortes cicatrizados,
Cada braço carrega seus próprios baldes pesados.
O Fantasma
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